O mês passado fomos ao mercado de Santo André e passamos na rua da venda dos animais.
Dois pombos vieram habitar o monte. Estão à solta e pernoitam numa árvore. Até hoje não se foram embora. Mas os outros que não têm a sorte de serem comprados para serem soltos ?
É doloroso ver aqueles animais, coelhos, pintos,todo o tipo de aves ditas de "cativeiro" amontoadas em gaiolas exiguas, onde mal se podem mexer, sem água com calor extremo. E eu o que faço?
Vou contactar algumas associações de defesa dos animais e pedir conselho para de futuro não me sentir culpada por não os defender. Os pombinhos que habitam o monte já têm uma casinha na árvore para os dias de inverno quando ele chegar. Logo que possa vou fotografá-la para se ver no blogue.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
arrepio
Hoje fui ao jardim e vi a Estrela parada a olhar fixamente para um ponto. Aproximei-me pensando tratar-se de uma lagartixa. Mas não era, Era sim uma cobra de um tamanho bastante razoável que abria a boca e soprava, com certeza cheia de medo. Apesar de ver cobras com uma certa frequência,continuo a sentir um arrepio na espinha. Medos infantis que terei de trabalhar para deixar de os ter. Boa viagem cobrinha.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Os espantalhos já casaram

Agradecemos a presença de todos os amigos íntimos e as prendas recebidas, que incluíram dois
ossos para a madrinha Pimpinela e o padrinho Leão. Muito obrigada e até sempre
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
mais sobre o casamento do espantalho


Já cá está o gémeo e já vão conhecê-.lo assim como o padrinho e a madrinha de seus nomes Leão e
Pimpinela. As fotos vão ser aqui publicadas
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Touros
Foi aqui na leziria que eu vi o touro bravo e aprendi a respeitá-lo.
Em plena lezíria presenciei um espectáculo único que ainda hoje me vem à memória
com uma nitidez impressionante.
Era um dia de chuva e tínhamos ido estrada fora até à lezíria.
Paramos o carro junto a uma vedação e começamos a ver uma manada de touros batida pela chuva miudinha, a andar direita à vedação. Foi nesta altura que a manada se juntou toda numa onda negra ondulante, sobressaindo da mesma os chifres brancos apontados para o céu cinzento. O silêncio era todo da manada.
Creio que hoje em dia este espectáculo já não se deve presenciar e é uma pena. Vão perdendo coisas únicas que nos marcam para toda a vida
Em plena lezíria presenciei um espectáculo único que ainda hoje me vem à memória
com uma nitidez impressionante.
Era um dia de chuva e tínhamos ido estrada fora até à lezíria.
Paramos o carro junto a uma vedação e começamos a ver uma manada de touros batida pela chuva miudinha, a andar direita à vedação. Foi nesta altura que a manada se juntou toda numa onda negra ondulante, sobressaindo da mesma os chifres brancos apontados para o céu cinzento. O silêncio era todo da manada.
Creio que hoje em dia este espectáculo já não se deve presenciar e é uma pena. Vão perdendo coisas únicas que nos marcam para toda a vida
domingo, 29 de março de 2009
Dejar de estar solo de si mismo
Estar presentes aceptando quienes somos, para evolucionar hacia ser cada vez más auténticos: ESO ES DE JAR DE ESTAR SOLO DE SÍ MISMO. Rumi, el poeta persa, hacia el 1200 lo dijo así:
"Visión, no veas nada que yo no vea.
Lengua, no digas nada.
La manera en que la noche se conoce con la luna,
sé eso conmigo. Sé la rosa
más cercana a la espina que soy .
Quiero sentirme en ti cuando pruebes la comida,
en el arco de tu mazo cuando trabajes,
cuando visites amigos, cuando tú solo
subas al techo por la noche.
Nada hay peor que caminar por la calle
sin ti. No sé a dónde voy.
Tú eres el camino, y el conocedor de caminos,
más que mapas, más que amor."
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